Tiago Oliva Schietti revela os segredos para selecionar o consórcio perfeito e garantir sua segurança financeira

Diego Velázquez
Por Diego Velázquez
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Tiago Oliva Schietti

Entre os principais desafios de quem decide entrar em um consórcio estão a escolha da administradora certa e a compreensão das regras que regem esse mercado no Brasil. O empresário Tiago Oliva Schietti avalia que boa parte dos problemas enfrentados por consorciados poderia ser evitada com uma análise mais criteriosa antes da adesão. Conhecer o funcionamento do setor e sua regulação ajuda o consumidor a tomar decisões mais seguras.

O mercado de consórcios no Brasil é supervisionado pelo Banco Central, o que confere um nível relevante de segurança institucional às operações. Ainda assim, cabe ao consumidor pesquisar o histórico da administradora, comparar condições contratuais e entender prazos antes de assumir qualquer compromisso. Um cuidado inicial como esse costuma fazer diferença significativa ao longo de toda a vigência do grupo.

O que avaliar antes de entrar em um grupo de consórcio?

Antes de aderir a um consórcio, vale avaliar a reputação da administradora, seu tempo de mercado e sua situação regulatória junto ao Banco Central. Como apresenta Tiago Oliva Schietti, administradoras com histórico consolidado tendem a oferecer maior previsibilidade e transparência ao longo do contrato. Analisar o valor da taxa de administração e do fundo de reserva também ajuda a comparar diferentes opções disponíveis no mercado.

Verificar o tamanho do grupo, o prazo total e as regras de contemplação são passos importantes antes de assinar qualquer contrato. Ler atentamente as cláusulas sobre lances, reajustes e possíveis penalidades evita surpresas futuras. Buscar informações em fontes oficiais, como o site do Banco Central, complementa a análise antes da adesão.

Erros mais comuns de quem contrata um consórcio

Um dos erros mais frequentes é aderir a um grupo sem calcular se o valor da parcela cabe confortavelmente no orçamento mensal ao longo de todo o prazo contratado. Como acrescenta Tiago Oliva Schietti, subestimar reajustes futuros da parcela costuma gerar dificuldades financeiras inesperadas para o consorciado. Outro equívoco comum é desconsiderar o tempo médio de contemplação ao planejar o uso do bem desejado.

Tiago Oliva Schietti
Tiago Oliva Schietti

Muitos consumidores também deixam de dar lances estratégicos por desconhecerem como funciona essa dinâmica dentro do grupo. Ignorar o regulamento geral da administradora antes de assinar o contrato é outro deslize recorrente, que pode gerar problemas na hora de utilizar a carta de crédito. Buscar orientação sobre lances, prazos e regras contratuais reduz consideravelmente esses riscos.

Como o mercado de consórcios é regulado no Brasil?

O setor de consórcios é regulado pelo Banco Central, responsável por autorizar, fiscalizar e supervisionar as administradoras em operação no país. Como reitera Tiago Oliva Schietti, essa supervisão contribui para a segurança do sistema, exigindo transparência na divulgação de taxas, prazos e regras de contemplação. A regulamentação também estabelece limites para a cobrança de taxas e parâmetros para a formação dos grupos.

Nos últimos anos, o setor de consórcios tem apresentado crescimento consistente no Brasil, impulsionado pela busca por alternativas de crédito com custo mais baixo. Mudanças regulatórias recentes têm buscado ampliar a proteção ao consumidor, tornando obrigatória a divulgação de informações mais claras sobre custos e prazos. Acompanhar essas atualizações ajuda o consorciado a entender melhor os próprios direitos dentro do sistema.

O crescimento do setor e a proteção ao consumidor

O crescimento do consórcio como alternativa de crédito reflete, em parte, a busca por opções menos dependentes de juros altos em um cenário econômico instável. Como contextualiza o empresário Tiago Oliva Schietti, esse movimento também impulsiona a profissionalização do setor, com administradoras investindo em tecnologia e atendimento mais transparente. Dados do mercado indicam aumento constante no número de participantes ativos em diferentes modalidades de consórcio.

A proteção ao consumidor se fortalece à medida que a regulação avança e o setor se profissionaliza, reduzindo espaço para práticas pouco claras. Órgãos de defesa do consumidor e o próprio Banco Central atuam na fiscalização de eventuais irregularidades, orientando o consumidor sobre seus direitos. Manter-se informado sobre as regras vigentes continua sendo a melhor forma de aproveitar o consórcio com segurança e previsibilidade.

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